Planejamento – 17 ago16 – Rodrigo Teixeira de Faria

Não espero nada de ti. Apenas que faça bom proveito desta passagem tão rica em opções. Assim como um barco que veleja, é preciso dar rumo à vida para não se perder na imensidão dos oceanos, que aqui são as opções da vida. Não que isso seja mandatório. Apenas trará mais clareza para o navegar e certeza nos destinos. A beleza também não será prejudicada. Não. Isto depende muito mais da forma como navegamos do que da existência ou não de um projeto. A grande beleza do projeto é que permite ampliar os benefícios das ações, seja em relação a outras pessoas seja em relação a novas ideias que surgem a partir do projeto original. Nem todos são assim, dispostos a firmar esse compromisso, pois é árduo e exigirá disciplina. Por vezes, o vai e vem de ideias dissipa energia boa que não é convertida em bons frutos. É claro que o planejamento, por si só, não é garantia de qualquer sucesso ou progresso. Junto com isso entra o modo de trilhar o caminho, as boas intenções propagadas, a forma e a disciplina empenhadas. Já foi dito certa vez que se o objetivo for legítimo, o universo e todas as suas energias serão seus aliados. Mas nada vem assim, de graça, por mais que isso pareça no mundo terreno, há sempre um porquê e normalmente um contrapeso do aspecto de evolução pessoal. Traçar um projeto e manter a fé são ferramentas muito poderosas no mundo terreno, e mais do que isso, estão ao alcance de todos.